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segunda-feira, 2 de abril de 2012
Especial Westvleteren parte 2 - A cerveja trapista com gosto de mistério
(cont.)
JAN DE DEKEN
ESPECIAL PARA A VOLTA AO MUNDO EM 700 CERVEJAS

Parte anterior: Uma cerveja para alimentar a fé dos bebedores
Geralmente, somos atraídos ou repelidos por aquilo que não compreendemos completamente. Westvleteren, repleta de mistérios, não pode deixar muitos indiferentes. Ao contrário de várias cervejarias renomadas, a de Saint Sixtus não pode ser visitada pelo público. O monastério também não pode ser visitado, mas menos pessoas se importam com isso. Apenas no centro de visitantes do outro lado da rua se pode encontrar alguma explicação sobre a abadia e sua cerveja.
Os monges de Saint Sixtus não contratam “engenheiros de cerveja” altamemente educados. Por gerações, o segredo de Westvleteren é passado entre os monges escolhidos. Informações essenciais para o processo de produção, como as temperaturas usadas, permanecem um segredo guardado com afinco que muitos monges levaram para o túmulo. Também para a imprensa, muitas vezes acampada em frente ao portão para visitar uma das cervejarias mais famosas do mundo, o portão costuma estar fechado.
Mesmo as garrafas de cerveja estão envoltas em silêncio. Westvleteren é normalmente vendida em garrafas sem rótulo. Todas as informações que eles são obrigados a colocar estão na tampinha.
Tesouro para poucos
Chegamos então à chave que torna a Westvleteren uma das maiores ondas na história da cerveja: sua exclusividade.
sábado, 31 de março de 2012
Especial Westvleteren parte 1 - Uma cerveja para alimentar a fé dos bebedores
Jan de Deken
ESPECIAL PARA A VOLTA AO MUNDO EM 700 CERVEJAS
A melhor cerveja do mundo, segundo o respeitável site Ratebeer.com, é feita em um pequeno monastério chamado Saint Sixtus, no ponto mais extremo do oeste da Bélgica, entre os campos de batalha e as tumbas de milhares de vítimas da Primeira Guerra. É hora de revelarmos alguns segredos da quadruple Westvleteren 12.
100/100 é a pontuação inegável da Wstvleteren 12. Depois de um ano no segundo lugar do ranking mundial, ela retomou à posição de número 1. A demanda continua crescendo, os preços de mercado sobem a centenas de dólares por uma pequena garrafa do líquido dourado, mas os monges católicos responsáveis por isto tudo permanecem ascéticos e se recusam a aumentar a produção.
Como pode uma cerveja que só está disponível a poucos liderar o ranking mundial? Fazer a pergunta já é respondê-la parcialmente.
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