quarta-feira, 20 de março de 2013
Malte, suor, lúpulo e levedura - Memórias de uma cervejeira que já foi aprendiz
| Primeiro envase a gente nunca esquece: ser cervejeiro não tem glamour, mas tem recompensas. Foto: Arquivo pessoal |
MAÍRA KIMURA
Especial para A Volta ao Mundo em 700 Cervejas
Com o crescente interesse do brasileiro nas cervejas artesanais, era de se esperar que surgisse uma nova classe de celebridade de nicho: o cervejeiro superstar. Ainda que essa espécie de elite ainda não seja tão claramente demarcada no mundo cervejeiro quanto em outros ramos, como a Publicidade, já existem alguns nomes nacionais e internacionais de destaque. No entanto, o olhar de quem está de fora – ou mesmo o daqueles que já estão de alguma forma envolvidos com o mercado – pode ser enganado por um suposto glamour da profissão.
terça-feira, 12 de março de 2013
Troubadour: A cervejaria dos rebeldes menestréis belgas desembarca no Brasil
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| Stefan Soetemans, da Troubadour: 60% dos 500 mil litros/ano são exportados Foto: Marcio Beck |
Apesar do clima bastante distinto, quando o assunto é cerveja, brasileiros e belgas se entendem muito bem. As cervejas belgas, não se pode negar, têm um papel fundamental no despertar do público brasileiro. Vale para as grandes, gigantes, e também para as pequenas; e vale, principalmente, para as tradicionais e as iniciantes. Fundada em 2000 por quatro amigos, a cervejaria artesanal belga Troubadour chegou em dezembro ao Rio de Janeiro e a São Paulo, com lançamento disputado na The Ale House Deli, em Ipanema.
Com a garrafa de 330 ml da Troubadour na faixa de R$ 20 e a de 750 ml na faixa de R$ 50, estão longe de serem das mais caras do mercado. Mas valeriam a pena? Provamos três, na torneira.
Fermentado por
Marcio Beck
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3/12/2013 03:32:00 AM
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Do que se trata
Ale House,
Bélgica,
Blonde,
imperial IPA,
imperial stout,
Magma,
Obscura,
Spéciale,
Stefan Soetemans,
Troubadour,
WestKust,
Xavier Depuydt
sexta-feira, 1 de março de 2013
10 blogs de cerveja que você não pode deixar de ler - além do nosso, é claro
Toda lista é injusta. Sabemos disso. Esta não deve ser encarada, portanto, como uma listagem definitiva dos blogs que merecem ser lidos. No mínimo, deve servir como ponto de partida para que os interessados descubram - tomara - outros tão imperdíveis quanto estes. Esperamos que aproveitem. (Em ordem alfabética de título, sem contar artigos)
Fermentado por
Marcio Beck
Em
3/01/2013 04:13:00 PM
1 comentários
Do que se trata
All Beers,
B.O.B.,
Bebendo Bem,
blogs,
Cervisiafilia,
Contador de Cervejas,
cultura cervejeira,
Eu Bebo Sim,
Goronah,
Henrik Boden,
Homini Lupulo,
Mosto Crítico
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
ENTREVISTA EXCLUSIVA - Os criadores do Beertone explicam sua invenção
O projeto surgiu na web em novembro do ano passado. Explicado de forma meio vaga, o que se soube é que pretende unir o design gráfico ao mundo das cervejas. Uma espécie de tabela/guia de estilos de cervejas, orientada por aquela famosa escala de cores usada por designers do mundo todo, em vez das escalas Standard Reference Method (SRM) e European Brewer's Convention (EBC) usadas tradicionalmente pelos cervejeiros.Na prática, são 202 cards em formato de copo de cerveja (17.5 cm x 5cm), com as cores variando do amarelo pálido das lagers de massa ao preto denso das mais ricas stouts imperiais, cada uma representada por um rótulo. Querendo saber mais (como sempre), fomos atrás dos criadores do Beertone. Radicado na Suíça desde 2009, onde trabalha em uma agência de propaganda, o brasileiro Alexander Michelbach é um deles; o outro é o suíço Daniel Eugster, também do ramo publicitário. Em entrevista exclusiva ao designer do 700 Cervejas, Vinicius Borges, eles explicam, afinal, do que se trata sua invenção.
ENTREVISTA
ALEXANDER MICHELBACH E DANIEL EUGSTER, CRIADORES DO BEERTONE
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Bebendo com os olhos #4 - Früh Kölsch - Um desafio delicioso ao olhar
Basicamente, duas famílias tipográficas compõem o rótulo dessa cerveja: uma gótica estilizada, e uma do tipo "bastão" com variações de peso entre as laterais e "falsas serifas" nas extremidades - decisão que considero bem acertada. Dá o recado, contextualizando a origem da cerveja, além de não confundir o consumidor com uma salada tipográfica sem sentido. A opção por uma gótica mais estilizada confere um tom de modernidade ou adequação aos tempos atuais, sem deixar de preservar a relação com a tradição da região.Contando com uma inusitada combinação de dourado fosco e vermelho forte em seu rótulo, a Früh é um deleite e um desafio ao olhar. A "vibração ótica" (o quanto uma combinação de cores se apresenta harmônica ou não ao olhar) causada pela sobreposição dessas cores nos repele, ao mesmo tempo em que a combinação de uma grande área branca, da fonte (tipografia) principal e do símbolo em dourado (três coroas muito bem desenhadas) nos convidam a investigar melhor o rótulo. É um mix de incômodo e atração.
A cor preta aparece em abundância, nesse que eu considero o rótulo do verso mais bem composto, sob o ponto de vista do design, que já tive o prazer de degustar e analisar. O detalhe da diagramação do texto levando em conta a reprodução da tampa é duplamente convidativo: estimula a leitura e chama atenção para a gloriosa combinação de cores que tão bem funciona na tampinha.
Outro destaque interessante vai para o rótulo do gargalo. Ali, vemos novamente a combinação do vermelho com o dourado (agora também como uma faixa que não nos exige maiores leituras e alivia o olhar nas coroas) e o branco que compõe a cor da fonte gótica dessa vez. O corte transversal fecha muito bem o layout do rótulo. Comunica elegância e ousadia, com o toque da tradição, conceitos explorados em todo o design da própria cerveja.
O único porém seria em relação à faca (corte) do rótulo frontal. Embora não muito evidente quando a garrafa está cheia, o formato mais geométrico do rótulo não harmoniza com a ideia do design bem pensado de todo o produto. Não consigo entender porque fazer o recorte nesse formato quando seria mais simples manter o desenho retangular do rótulo, ou ainda cortá-lo de maneira ovalada.
Concluindo e degustando a Früh, podemos dizer que realmente tudo nela foi pensado para transmitir o conceito de simplicidade, mas com sutilezas, elegância. Um desafio ao olhar - e ao paladar -, e acima de tudo, de bom gosto.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Nos EUA, Congresso vai discutir redução de impostos para cervejarias artesanais
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